Quando o carnaval chegar - Quando o Carnaval Chegar 1 - organizacao, mkt, inteligencia-artificial, digital-business, consumo, big-data, banner, aplicacoes -

Chico Buarque escreveu “Quem me vê sempre parado, distante, garante que eu não sei sambar. Tô me guardando pra quando o carnaval chegar…”. A arte de observar, esperar, medir o tempo de ação exato para criar o momento perfeito de interação com quem se quer conversar.

A temática pode ser repetitiva, mas falar sobre o melhor momento para conversar com o consumidor tem estado presente em todas as discussões que tive com as empresas nos últimos meses.

Poucos dias atrás, estava conversando com um empresário do segmento de saúde, sua grande preocupação, naquele bate-papo, era o atendimento prestado pelos funcionários da sua instituição aos seus pacientes.

Qual tipo de resposta seu consumidor estava tendo, qual tipo de ação que ele esperava ter, quais as reais necessidades deste consumidor enquanto paciente?

Já comentei em outros momentos e repito novamente, o tripé macro da economia mundial está baseado em Consumo, Especialização e Personalização. Cada vez mais conseguimos ter o indivíduo personalizado nas ações corporativas. Na saúde isso fica explicitamente evidenciado, escancarado, exposto, divulgado em outdoor na Paulista,  quando falamos de teste genéticos como Exoma ou Painel Multigene. Nós sabemos quem é você no nível mais primário possível, seus genes foram destrinchados e agora você, mais do que nunca é único, indivisível, insubstituível ao mercado. Nós podemos cuidar de você com precisão única, podemos criar fármacos exclusivos para seus problemas, suas dores, suas necessidades.

Mas antes disso tudo, poder saber qual o momento para convidar seu paciente a voltar ao hospital para novos exames, saber quais de seus hábitos tem comprometido sua saúde, saber qual a hora que certas atividades devem parar, afinal, o pessoal do início da geração Y (eu me encontro nesse grupo) logo logo não poderá mais pular loucamente dentro da piscina, precisaremos usar a escada e entrar devagar, verificando se a água está na temperatura certa.

Escutar para saber a hora certa de falar. Nossos avós nos diziam isso, novamente, não temos uma grande novidade em relação ao conceito, mas em tempos digitais e de gigantescas mudanças nos modelos de consumo, temos ferramentas e tecnologias que permitem ouvir, parar e saber quando e o que falar.

Parafraseando Chico, “Eu tô só vendo, sabendo, sentindo, escutando e sei quando falar. Tô me guardando pra quando o carnaval chegar…”

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